Dicas de Roteiro

24/07/2012

Atualização de post e links para artigos de roteiro em português

Filed under: Roteiro — valeriaolivetti @ 11:11
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Oi, pessoal! O Gabriel, um colega nosso, nos ajudou tirando uma dúvida que me encafifava há tempos: O que é Leapfrog em roteiro? Bem, a resposta ele encontrou no site Revista Xenite, onde há uma série de artigos interessantes sobre como escrever roteiros. O post onde eu originalmente coloquei esta dúvida foi atualizado, eis o link: https://dicasderoteiro.com/2010/07/11/tipos-de-estrutura-de-roteiro/

LEAPFROG

E aqui vão todos os links da série de artigos “Curso de Estrutura de Roteiros”, do site Revista Xenite:

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiros/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiros-2/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiro-capitulo-3/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiro-capitulo-4/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiros-aprendendo-linguagem-cinematografica-com-xena/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiros-aula-6/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiros-3/

São 7 aulas até o momento, e vale a pena dar uma estudada.

Boa escrita pra você hoje! =)

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8 Comentários

  1. Gostei muito do seu blog. Sou formado em Historia, meu TCC foi sobre cinema, meu avo já teve vários cinemas, a alguns meses venho me aventurando, na verdade estudando sobre roteiros, estou até lendo um livro. Desde criança fui muito criativo com historias. Quem sabe né? Sei que seu blog vai me ajudar muito, peço o muito obrigado antecipadamente. 😛

    Comentário por Marcus Lopes — 02/08/2012 @ 08:11

    • Oi, Marcus!

      Em primeiro lugar, me perdoe o atraso na resposta, estive doente e só agora estou podendo voltar às minhas atividades normais.

      E muito obrigada pela força, espero que o blog ajude sim! ^_^

      Sabe, História e Cinema têm tudo a ver. Você não é a primeira pessoa que eu conheço que se formou em História já pensando em fazer filmes. E eu acho que isso é ótimo, você está começando com o pé direito, muita inspiração de filmes e seriados de sucesso vieram da História e de personagens reais. E muitos escritores famosos também escrevem desde criança, então esse é mais um sintoma muito positivo! =)

      Um grande abraço, Marcus, eu estou torcendo para que você encontre muito sucesso neste novo caminho!
      Valéria Olivetti

      Comentário por valeriaolivetti — 19/08/2012 @ 07:39

  2. Olá,
    Gostaria que vocês publicassem alguns artigos sobre como entrar no mercado de trabalho nacional, já que todas as dicas que já foram publicadas explicam como apresentar um roteiro à um produtor hollywoodiano.
    Muito Obrigado.

    Comentário por Lucas — 04/08/2012 @ 17:27

    • Oi, Lucas!

      Peço desculpas pelo atraso na resposta, como expliquei para o Marcus no comentário acima, estive doente e não pude nem ler nada, muito menos trabalhar no computador. Mas o importante é que agora estamos de volta! =)

      Infelizmente, não há uma dica certeira de como entrar no mercado brasileiro. Todas as maneiras que conheço de se entrar no ramo (baseadas em histórias de sucesso de quem conseguiu) envolvem uma ou mais das seguintes opções:

      – O roteirista conhecia ou era parente de alguém do ramo.
      – O roteirista filmou um (ou mais) curta ou longa-metragem (o que exige um bom investimento $$$) e teve esse trabalho premiado, por isso foi chamado para outros trabalhos.
      – O roteirista ganhou algum concurso oficial de roteiro (o que exige que uma produtora para apoiá-lo).
      – O roteirista já era conhecido por escrever para outras plataformas, como livros, revistas, publicidade etc.
      – O roteirista entrou em alguma oficina de roteiro (a TV Globo costumava fazer todo ano, e foi numa dessas que o pessoal que criou a novelinha Malhação começou, mas há muito tempo eles não fazem mais isso. O autor de novelas, Aguinaldo Silva, fez duas Masterclass de Roteiro nos últimos anos, mas não sei se ele fará outra, parece que ele se decepcionou com o processo. O Sundance Festival também tem uma oficina onde alguns brasileiros já se destacaram, mas o roteirista precisa escrever e falar fluentemente em inglês).

      Para o resto de nós, mortais, que não se encaixa em nenhuma das opções acima, sobra tentar enviar um roteiro para uma produtora, que foi o que eu sugeri no post “Como começar uma carreira de roteirista no Brasil”: https://dicasderoteiro.com/2010/05/05/como-comecar-uma-carreira-de-roteirista-no-brasil/

      Por isso também que, sempre que eu posso, indico oportunidades de trabalho aqui no blog, pois estas são raríssimas e podem ser a porta de entrada para o sortudo que a abocanhar.

      Eu gostaria de poder dar mais dicas, mas infelizmente isso é tudo o que tenho. Se alguém por aí tiver outras sugestões, por favor, fique à vontade para sugerir, serão sempre bem-vindas.

      Um grande abraço, Lucas, e muito sucesso!
      Valéria Olivetti

      Comentário por valeriaolivetti — 19/08/2012 @ 08:08

  3. O termo leapfrog não aparece em glossários de termos de roteirismo porque é expressão linguística alusiva ao fato de um poder se surpreender com os saltos inesperados em uma narrativa – no exemplo que copiei e indico a fonte abaixo, o personagem tem 4 anos, não, espere, tem 11, não, ela tem 30, mas antes que se perceba, já està anziana, a beira da morte. Seria como um sapo, que dà saltos inesperados e resurge muito adiante. Para isto, em roteiro, temos as TRANSICŌES de FAST-FOWARD, o JUMP CUT, ou mesmo um SMASH CUT, enfim, tudo cai dentro de transicões que, nunca esquecamos, devem sempre evitar redundâncias e direcionismo.

    Todavia, caso alguém queira desenvolver novas técnicas, valeria o esforco explorar o leapfrogging não somente como alusão aos saltos-surpesas mas quicá como um modo de tratar a narrativa, porque não é só ao pula-carnica que o termo ingles se refere. Este refere-se tambem a estrategia militar em que um pelotão desvia e supera a linha inimiga enquanto outro pelotão permanece na linha anterior, isto é, um pelotão “pula” espaco fazendo grandes contornos para reaparecer a frente da posicão hostil. Eu imagino que se desenvolvida teoricamente, esta técnica poderia encontrar refúgio na didàtica de roteirismo. Basta alguém desenvolver estudos do que seria estes contornos, que proveito adviria. Não só pula-carnica, não só saltos ao improviso, mas contornar sabe-se lá o que para obter tais e tais resultados no arco da história do personagem.

    Fica aqui o convite aos estudantes de plantão.

    “The narrative leapfrogs ahead in sudden fast-forward leaps. Caden’s kid is four – no, wait, she’s 11, living in Berlin with her mother and dissolute lover – no, hang on, she’s in her 30s, tattooed, messed up, working in some pornbooth. Before you know it, she’s on her deathbed, angrily accusing a decrepit Caden of abuse.” (http://www.guardian.co.uk/film/2009/may/15/synecdoche-new-york)

    Comentário por Regia Mendonca — 15/08/2012 @ 04:58

    • Oi, Regia, como vai? =)

      Muito legal as suas informações, ajudou bastante! Eu ainda não assisti esse filme do Kaufman, agora quero dar uma olhada pra ver como ele realizou esse leapfrog.

      Como você sugeriu, pode mesmo haver muitas possibilidades no uso desta técnica, possibilidades bem originais — vale o estudo!

      Um grande abraço, Regia, e obrigadão pela contribuição, enriqueceu muito o texto!
      Valéria Olivetti

      Comentário por valeriaolivetti — 19/08/2012 @ 08:17

  4. Posso deixar o link da revista Goblin Market aqui?
    Para quem se interessar: http://www.goblinmkt.blogspot.com.br

    Obrigado.

    Comentário por Revista Goblin Market — 20/08/2012 @ 00:23

    • Olá!

      Gostei muito da proposta da revista, muito bacana! Espero que apareça muita gente boa para escrevê-la. Muito sucesso!
      Um abraço,
      Valéria Olivetti

      Comentário por valeriaolivetti — 01/09/2012 @ 09:43


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