Dicas de Roteiro

24/07/2012

Atualização de post e links para artigos de roteiro em português

Filed under: Roteiro — valeriaolivetti @ 11:11
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Oi, pessoal! O Gabriel, um colega nosso, nos ajudou tirando uma dúvida que me encafifava há tempos: O que é Leapfrog em roteiro? Bem, a resposta ele encontrou no site Revista Xenite, onde há uma série de artigos interessantes sobre como escrever roteiros. O post onde eu originalmente coloquei esta dúvida foi atualizado, eis o link: https://dicasderoteiro.com/2010/07/11/tipos-de-estrutura-de-roteiro/

LEAPFROG

E aqui vão todos os links da série de artigos “Curso de Estrutura de Roteiros”, do site Revista Xenite:

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiros/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiros-2/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiro-capitulo-3/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiro-capitulo-4/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiros-aprendendo-linguagem-cinematografica-com-xena/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiros-aula-6/

http://www.revistaxenite.com/curso-de-estrutura-de-roteiros-3/

São 7 aulas até o momento, e vale a pena dar uma estudada.

Boa escrita pra você hoje! =)

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21/07/2012

Por Que a Comédia Torna Tudo Melhor

Filed under: Roteiro — valeriaolivetti @ 08:00
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O artigo de hoje complementa o de ontem, e também foi escrito por D.B. Gilles e tirado do site Movieoutline:

caneca de bacon

Os chefs dizem que o bacon torna tudo o que eles cozinham, melhor. A comédia é assim também. Mesmo o mais sombrio e mais triste drama precisa de uma risada ou de um momento leve periodicamente, também conhecido como alívio cômico.

As tragédias gregas clássicas tinham frases engraçadas. O drama elisabetano tinha o tolo, o bobo da corte.

A peça de Arthur Miller, A Morte de um Caixeiro-Viajante, não tem uma risada por minuto, mas é muito engraçada, além de ser uma das maiores tragédias americanas. Os dramas de fala dura do David Mamet, como Glengarry Glen Ross e Speed-the-Plow, são extremamente engraçados.

Pense nos filmes mais sombrios e mais deprimentes que você já viu e, com raras exceções, haverá o momento ocasional de humor. Um personagem vai dizer ou fazer algo que gera uma risada, um sorriso, ou pelo menos um aceno de cabeça de apreço.

A maioria dos roteiros cinematográficos de comédia que li não são engraçados o suficiente, ou não são engraçados de modo algum. Personagens unidimensionais dizem falas supostamente engraçadas que são idiotas, banais, óbvias e fáceis. (Não há nada mais fácil do que escrever uma piada suja). Esses mesmos personagens estão em situações que, na maioria das vezes, não são críveis. Quantas vezes você já assistiu a um filme e pensou consigo mesmo: "Eu não acredito nisso?".

Alguns podem argumentar que isso é uma comédia e não tem que ter muita lógica ou situações baseadas na realidade. Isso pode funcionar nas sitcoms televisivas menores, mas as melhores comédias cinematográficas, certamente as comédias românticas, são baseadas em alguma semelhança de como a vida realmente é.

Muitas comédias da última década estão baseadas em torno de uma premissa, e as piadas são escritas para complementá-la, ao invés de ter um personagem em uma situação cômica que deve se esforçar para conseguir o que ele ou ela quer. As piadas e as falas engraçadas surgem organicamente conforme o personagem se move em direção ao seu objetivo.

A questão que os roteiristas de comédias precisam se perguntar é: onde você encontra material para o humor? Onde você encontra as ideias para as falas que você quer que um personagem diga e das quais a plateia ria – e, antes disso, para que alguém importante leia o roteiro.

Existem duas maneiras:

  • Você pode olhar para a sua vida pessoal e encontrar material inspirado por seus amigos, familiares, colegas de trabalho, namoradas, namorados, esposas, maridos, filhos etc.
  • Você pode olhar além de sua própria vida e mergulhar no mundo da cultura pop, das personalidades, da política e das celebridades.

Imagine-se como uma mosca nas paredes das pessoas reportadas pelos muitos sites da Internet, programas de fofocas e revistas. Um tempo atrás, Ashton Kutcher postou uma foto de Demi Moore em roupas íntimas. Russell Brand postou uma foto de Katy Perry sem maquiagem. Será que alguma delas ficou chateada? Será que eles tiveram uma briga enorme? Se sim, sobre o que foi essa briga? Ambas as situações poderiam inspirar esquetes incrivelmente engraçadas.

Estes são apenas dois exemplos que vêm à mente. Pegue uma personalidade ou celebridade de sua escolha e imagine o que se passa em suas casas por trás das portas fechadas.

Como é ter sido casada com Rush Limbaugh? A esposa nº 1 foi quando ele era jovem e estava dando duro. A esposa nº 2 veio assim que a sua carreira decolou. A esposa nº 3 tirou a sorte grande. O que seria se essas três mulheres se reunissem e fofocassem sobre a vida com Rush? Ele está atualmente na esposa nº 4. O que se passa pela mente dela? Será que ela secretamente se pergunta se vai ser sua última esposa? Ela já quis conversar com as outras esposas?

Eu posso imaginar algo engraçado: O Clube das Ex-Esposas de Rush Limbaugh. Ou uma paródia das ex-esposas de Limbaugh como esposas-irmãs mórmons.

Falando em mórmons, Glenn Beck é um ex-católico que se tornou um mórmon. Quando ele estava pensando em se converter, ele ligou para o Donny Osmond, o Rick Schroeder ou a Jewel para descobrir os prós e contras?

Falando em conservadores de direita, imagine sobre o que Glenn Beck e Rush Limbaugh conversariam se eles se topassem em um clube de strip-tease. Embaraçoso! Mas potencialmente engraçado.

Kate Gosselin está apavorada de que nunca vá encontrar um homem, porque ela tem 8 filhos? Quem é a sua confidente? A mulher que faz suas manicures? Como essa conversa se desenrolaria? Ela já pensou em namoro online? Quais as qualidades que ela procura em um homem? Precisa ter feito uma vasectomia? Deve ter uma baixa contagem de espermatozoides?

Sobre o que Sarah Palin e seu marido conversaram quando Bristol ganhou 7 quilos durante sua temporada no Dançando com as Estrelas? Sarah estava com inveja por sua filha estar recebendo atenção? Ela estava feliz pela garota estar ficando gorda? Ela estava preocupada de que a Bristol tivesse tido relações sexuais com seu parceiro de dança e engravidado novamente? Há humor em algum lugar aí.

Como é ser a assistente pessoal de Amy Winehouse, e qual é a típica Lista de Coisas a Fazer? Paul McCartney e Ringo Starr já brincaram entre si sobre qual será o último sobrevivente dos Beatles? Sobre o quê Simon Cowell e Steven Tyler mandariam mensagens de texto um ao outro?

Pense nisso como um exercício mental para lhe ajudar a usar personalidades a fim de te fazer cavar no terreno da escrita de comédias, que você pode nunca ter considerado.

Escolha um punhado de celebridades e imagine o que se passa em suas vidas privadas. Tente escrever uma esquete ou um roteiro cômico de 4 páginas para o YouTube ou o Funny or Die.

Você pode fazer o mesmo com as pessoas que estão em sua vida. Imagine o que o cara assustador do trabalho faz quando chega em casa, ou a mulher que toca o órgão para o coro da igreja, ou o cara com um olho caído que organiza a carne no supermercado.

Escrever diálogo engraçado não é fácil. É um desafio escrever, em um roteiro de 110 páginas, dezenas de falas que mantenham o leitor e o público rindo.

Fazer estes exercícios pode abrir algumas novas portas para ajudá-lo a ficar inspirado a escrever diálogos mais engraçados e de qualidade superior.

youre-funny-turn-your-sense-of-humor-into-a-lucrative-new-career

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Boa escrita pra você hoje!

20/07/2012

As 4 Regras de Escrita de Comédia Para Roteiristas

Filed under: Roteiro — valeriaolivetti @ 08:00
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Oi, pessoal! Estamos de volta com um artigo do autor, professor universitário e consultor de roteiros, D. B. Gilles, e tirado do site Movieoutline:

cachorro-engracado

Ausência total de humor torna a vida impossível.
Colette

Como diz o ditado: "Faz rir, é dinheiro." A pessoa que consegue escrever comicamente tem uma nítida vantagem sobre a pessoa que acha isso difícil.

Então, se você tem deficiência em humor quando se trata de diálogo, o que você pode fazer quanto a isso?

Na minha experiência, escrever diálogos engraçados e originais vem naturalmente, tão espontaneamente quanto observações improvisadas engraçadas e inteligentes. Ou você consegue fazê-lo, ou não consegue.

Eu gostaria de poder dizer: "Faça um curso de redação de comédia" ou "Leia um livro sobre como escrever coisas engraçadas" ou oferecer-lhe algumas palavras inspiradoras de sabedoria sobre como encontrar o seu comediante de comédia em pé interior.

O que posso lhe oferecer é algo que Tim Allen disse em uma entrevista ao TV Guide ao ser questionado sobre o seu senso de humor, especificamente a sua capacidade de ser engraçado. "Ser (grifo meu) engraçado é um dom para mim. Eu não sei de onde vem. É mágico e é maravilhoso, e eu tenho pavor de que tudo isso vá desaparecer."

De onde é que isso vem? Quem sabe? De onde é que o talento atlético natural e superior vem? Por que um garoto de dois metros de altura que joga como atacante em seu time do ensino médio é melhor do que outros cinquenta atacantes de dois metros de altura em outros times do ensino médio? Para cada Lebron James, há 10 mil crianças que não são boas o suficiente.

A Primeira Regra de Escrita Cômica:

• Só porque você consegue dizer coisas engraçadas não significa que você consegue escrever coisas engraçadas

Escrever comicamente é diferente de dizer ou fazer coisas engraçadas. Muitos homens e mulheres que fazem os seus amigos e colegas de trabalho morrerem de rir são incapazes de escrever diálogos engraçados. Os rapazes adolescentes que não conseguem ter a atenção das meninas pela excelência nos esportes, por sua aparência ou inteligência apelam para palhaçadas bobas, sejam físicas ou verbais. Mas isso tem limites e não dura muito. O menino cujo talento é enfiar uma fatia de pizza em seu nariz vai ser superado pelo garoto que descobriu que as meninas se cansam rapidamente de bobagens e preferem alguém que possa diverti-las com inteligência.

Este garoto engraçado provavelmente desabrochará em um homem engraçado, e achará que seu dom vai ser uma grande vantagem em sua vida social.

E isso virá a calhar especialmente se ele pensar em ser roteirista.

Na vida real, a maioria das pessoas não consegue contar uma piada ou uma história, especialmente uma engraçada. Elas perdem o foco, entregam o final da piada cedo demais, saem pela tangente, deixam de fora um detalhe importante ou se afundam numa confusão sem destino. Elas perderam o seu público. Como autor de um roteiro que é uma comédia, o seu público é muito mais duro e implacável: agentes, produtores, pessoal de desenvolvimento, executivos de criação e empresários.

Você tem que manter esse agente rindo desde a primeira página – especialmente a primeira página –, porque se ele está se divertindo, ao chegar no final, ele definitivamente vai virar para a página dois. E se você manter as risadas surgindo pelas próximas dez páginas e pelo resto do Primeiro Ato, você pode se sentir bastante confiante de que ele vai terminar o resto do roteiro – desde que você tenha uma história interessante.

O que nos leva à Segunda Regra de Escrita Cômica:

• Uma história forte, sem um monte de risadas, é preferível a uma história fraca, com três piadas por página

Muitas comédias vacilam por causa de uma trama fraca ou idiota. Em última análise, não importa quantas risadas tem um roteiro, se a história não for absorvente o suficiente para alguém mergulhar nela, ele não vai ser lido até o Fade Out final. Como estamos rindo de coisas que os seus personagens estão dizendo e fazendo, nós devemos nos importar com eles e torcer para que eles consigam tudo o que querem (não importa o quão pateta seja). Se esse desejo não está lá, nós não estamos indo junto nesse passeio, não importa o quão divertido ele possa ser.

Há uma velha máxima do beisebol: "Eu prefiro ter sorte do que talento." Quando se trata de um roteiro de comédia, eu prefiro ter uma história sólida do que muitas risadas. Risadas podem ser acrescentadas. Talvez não por você, mas se for uma ótima história, a sua chance de conseguir um agente ou um acordo acaba de chegar mais perto da linha do gol. Se você tem um roteiro de 103 páginas com muitas risadas, mas uma história medíocre, bem, é muito mais difícil melhorar um enredo.

A Terceira Regra de Escrita Cômica:

• Duas cabeças podem ser melhores do que uma

Digamos que você seja um roteirista sério e de confiança, com um entendimento claro não só da estrutura de 3-Atos, mas das estruturas de 5 e de 7-Atos também. Você sabe que os personagens devem ser tridimensionais, ter conflitos internos e externos e ser devidamente motivados.

Você mergulhou em Joseph Campbell e Christopher Vogler de modo que conhece os 12 Estágios da Jornada do Herói do avesso. Você já leu todos os livros de roteiros (especialmente o meu The Screenwriter Within), foi aos importantes seminários, estudou, analisou ​​e desconstruiu filmes, leu as biografias e autobiografias-chaves de roteiristas (Adventures In The Screen Trade, The Devil’s Guide To Hollywood, Bambi Vs. Godzilla, para citar alguns) e assinou as melhores revistas de roteiro.

Há apenas um problema: você é incapaz de escrever uma fala de diálogo engraçada. Infelizmente, todas as ideias que você tem são demasiado sérias e sombrias (como aquela biografia cinematográfica de Damien, o Leproso, que você está remoendo por três anos).

Você precisa se juntar com um certo tipo de pessoa. O hilariante, o rápido no gatilho, a alegria da festa, o palhaço da turma crescido que tem a capacidade de escrever piadas, ótimas cenas e falas engraçadas, e é hilário 24 horas por dia, 7 dias por semana, mas se sua vida dependesse disso, ele não conseguiria criar uma história e escrever um roteiro.

É a convergência perfeita de talento.

Verifique os créditos das sitcoms. Você vai encontrar pelo menos uma e, muitas vezes, duas equipes de escrita em cada programa. O mesmo com roteiros de cinema. É justo supor que a maioria dessas equipes se juntaram porque cada um trouxe sua força para a mesa.

Encontrar a sua alma gêmea de escrita não é fácil. É como encontrar alguém para casar. Você tem que procurar por aí, ver se vocês se relacionam bem e esperar que isso funcione.

Se funcionar, vocês dois estarão em uma posição muito melhor do que seguindo sozinhos.

A Quarta Regra de Escrita Cômica:

• Encontre o seu gênero

Quando vamos a um filme dos Irmãos Farrelly, nós esperamos um certo tipo de produto. Muito humor asqueroso e em grande parte irreal, enredos de alto conceito com um punhado de falas e momentos verdadeiramente inspirados. Os filmes de Woody Allen, especialmente seus esforços iniciais e do meio da carreira, ofereciam uma visão espirituosa e neurótica da condição humana, especialmente do romance. Seus fãs sabem que íamos ver um tipo intelectual único de criatividade e inteligência. Se o nome de Judd Apatow está num filme, seja ele o escritor, o produtor ou o diretor, sabemos que vai ser algo de alto conceito com uma abundância de piadas de sexo, mas com um tom de doçura.

A coisa é, dependendo do tipo de comédia que você está escrevendo, você pode não precisar ser tão engraçado quanto esses caras.

Comédias românticas precisam de risadas, mas não de milhares delas. Pegue dois filmes de Reese Witherspoon. Doce Lar não tinha uma risada por minuto. Nem Legalmente Loira, mas esse foi mais engraçado e teve um conceito mais elevado. Ambos tinham histórias interessantes.

As comédias masculinas (ou comédias de amigos) precisam de mais risadas do que uma comédia romântica. Pense em Eu Te Amo, Cara, Penetras Bons de Bico, Ricky Bobby – A Toda Velocidade, Segurando as Pontas ou Faça o Que Eu Digo, Não Faça o Que Eu Faço.

Vejamos a televisão. Eu costumava ouvir as pessoas se referirem a Sex and The City como uma sitcom. Não era. Era um drama com risadas ocasionais. Ninguém assistia Sex and The City pelo humor (e ninguém foi para a versão cinematográfica esperando gargalhar por duas horas), ao contrário de Seinfeld, Uma Família da Pesada ou 30 Rock. O mesmo com o Entourage. É uma sitcom? Na verdade, não. Partes de cada episódio são hilariantes. Mas, é na verdade um drama com risadas que surgem dos personagens.

Os escritores de sitcom têm uma expressão para as partes de um roteiro onde intencionalmente não há nenhuma fala engraçada: tubulação fixa [laying pipe]. Informação crucial para o enredo é dada. Roteiros cinematográficos de comédia são autorizados a ter algumas seções de tubulação fixa, mas não muitas. E não deve haver uma nas primeiras 15 páginas. Você tem que manter as risadas vindo.

Então, se você quer escrever uma comédia grande e ampla (Trovão Tropical, Com a Bola Toda, O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy, Debi & Lóide – Dois Idiotas em Apuros) é melhor o seu roteiro ser engraçado para danar, da primeira à última página.

Então, se você quer escrever uma comédia romântica ou algo sério/cômico (assunto sério com risadas) ou uma comédia/drama (história alegre com uma virada séria ou sentimental), você não tem que ter necessariamente de 3 a 6 risadas por página. Mais uma vez, aqui é onde uma história sólida vai suplantar muitas risadas.

Em conclusão, alguém pode ser ensinado a escrever comédia? Sim. Assim como alguém pode ser ensinado a cozinhar. Se você tiver aulas de culinária, ler um monte de livros de culinária, assistir programas televisivos de culinária e gastar bastante tempo na cozinha testando receitas, você vai ser capaz de preparar uma refeição da qual não vai se envergonhar.

Aprender a escrever comédia é praticamente o mesmo. Você pode encontrar um curso ou um curso de extensão acadêmica sobre escrita de sitcom, improvisação e comédia em pé. Você pode ler livros sobre escrita de comédia (Writing The Romantic Comedy é muito bom, assim como What Are You Laughing At?: How to Write Funny Screenplays, Stories, and More). Você pode estudar as comédias (você vai aprender mais com as ruins, do que com as boas).

Finalmente, se você não quer colaborar com alguém e se o seu coração está determinado a escrever comédias, apenas continue encarando aquela cena que necessita ser melhorada até que uma fala engraçada surja em sua cabeça. Em seguida, faça isso novamente e novamente e novamente. Só não tente analisar o que é engraçado ou descobrir de onde a graça vem. E.B. White expressou isso melhor: "Analisar o humor é como dissecar um sapo. Poucas pessoas estão interessadas, e o sapo morre disso."

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“Todos da minha turma de biologia votaram contra dissecar um sapo.

Mas nós quase tivemos votos suficientes para dissecar o professor!”

Boa escrita pra você hoje! =)

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