Dicas de Roteiro

16/08/2011

Cinema Documentário

Arquivado em: Direção,Documentário — valeriaolivetti @ 10:00
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Esta é a terceira aula gratuita do site Film School Online, também sobre direção de cinema:

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Cinema documentário

Os documentários tornaram-se muito populares nos últimos anos. Isso começou na década de 1990, quando a televisão a cabo procurou ativamente propostas de filmes documentários para a sua programação.

Desde então, os documentários têm continuado a encontrar um público crescente na rede aberta e na televisão a cabo. Eles são feitos em vários formatos, desde as temporadas de programas de meia hora, como Dog Whisperer, às épicas mini-séries, como A Guerra Civil.

Uma década depois da TV a cabo descobrir os documentários, documentários de longa-metragem chegaram às telas de cinema em grande estilo. Fahrenheit 11 de Setembro, Super Size Me e Uma Verdade Inconveniente estabeleceram os documentários como um gênero viável para o aspirante a cineasta.

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Há duas razões para isso. Primeiro, os documentários são muito mais baratos de fazer do que os filmes narrativos. Segundo, há uma chance melhor de que um distribuidor ou festival vá reconhecer um bom documentário mais que o típico filme de gênero. Nas próximas aulas, iremos desmistificar o cinema documentário e fornecer-lhe as chaves para fazer um ótimo.

Existem três escolas de pensamento no cinema documentário. É importante que você entenda as diferenças, pois isso irá determinar a sua abordagem ao projeto, particularmente quanto ao que você filma e como você o edita. As escolas de pensamento se distinguem pelo nível de objetividade do cineasta:

Cinema direto

Cinema Direto é a abordagem mais imparcial. O cineasta não interfere no assunto e não incute a sua opinião na escolha das tomadas e da edição. O documentário é apresentado de tal forma que o público pode tirar as suas próprias conclusões.

Se uma questão está sendo debatida, os vários pontos de vista são apresentados o mais objetivamente possível.

O Cinema Direto é às vezes apresentado como a abordagem da "mosca na parede", porque o cineasta é um observador objetivo, como uma mosca na parede. Alguns puristas do Cinema Direto acreditam que até entrevistar a pessoa já é intromissão demais.

Cinema Verdade

Cinema Vérité, ou Cinema Verdade, é semelhante ao Cinema Direto e muitas vezes é confundido com ele. A diferença é que o cineasta ocupa um papel mais ativo. Ele pode provocar uma reação na pessoa ou pode expressar uma opinião através de sua escolha de tomadas e de edição. O cineasta pode até mesmo afetar o desenlace dos eventos que estão sendo documentados.

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Harlan County U.S.A. é um clássico documentário do Cinema Verdade. O filme é sobre a greve dos mineiros de carvão de Kentucky durante os meados dos anos 1970. No começo parece Cinema Direto, mas num exame mais detalhado pode-se ver que os cineastas estão ativamente envolvidos no que está se desenrolando na tela.

Por exemplo, em uma cena a equipe se aproxima do capataz da empresa, que está carregando uma arma e é claramente perigoso; mais tarde, os cineastas são fisicamente atacados pelos homens do capataz. Apesar disso, a presença da câmera manteve o nível geral de violência baixo. Muitos acreditam que se o documentário não tivesse sido feito, os mineiros de carvão não teriam negociado um contrato. Em última instância, os cineastas causaram um impacto sobre o assunto em questão.

Harlan County U.S.A. é um marco do cinema e ganhou um Oscar de melhor documentário de longa-metragem. Não só é um trabalho fascinante, mas também demonstra a diferença principal entre o Cinema Direto e o Cinema Verdade.

Filme-ensaio

O oposto extremo do Cinema Direto e do Cinema Verdade é o que é conhecido como o filme-ensaio. Como um ensaio escrito, o filme-ensaio é relativo à opinião do cineasta sobre um determinado assunto. Especificamente, o cineasta afirma uma tese logo no início, e então passa a fornecer evidências corroborantes ao longo do filme.

Todos os lados de uma questão não são necessariamente mostrados. Se eles são, isso geralmente é projetado para expor o lado oposto, ou fazê-lo errar.

A maior crítica desta abordagem é que ela não é equilibrada. Os proponentes dizem que não há necessidade de "equilíbrio", porque esses filmes são, em essência, ensaios – a opinião do cineasta baseada no modo como ele interpreta a evidência.

Michael Moore usa esta abordagem em seus filmes. Na verdade, a maioria dos documentários de sucesso dos últimos anos são filmes tipo ensaio.

Se você está interessado em aprender mais sobre os filmes utilizados nesta lição, clique no título ou na imagem (cortesia 20th Century Fox, MCA/Universal, Paramount, TCM, and Warner Brothers).

Bom documentário pra você hoje! =)

07/07/2011

Dicas de Cursos em São Paulo

Arquivado em: Direção,Documentário,Fotografia,Roteiro,Som — valeriaolivetti @ 14:48
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Oi, pessoal! Eu recebi um e-mail com a dica desses cursos de cinema no espaço Inspiratorium na cidade de São Paulo. Me pareceram bem legais e achei que valia a pena divulgar aqui pra quem estiver interessado. Eu fiquei com muita vontade de fazer alguns deles, pena que eu não possa viajar para SP no momento. Quem sabe na próxima, né?

Inspiratorium

Se alguém frequentar um desses cursos e quiser compartilhar a sua experiência aqui, fique à vontade para comentar!

Um ótimo curso pra você!

17/04/2011

Sobre Falsos Documentários

Arquivado em: Roteiro — valeriaolivetti @ 14:04
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O texto de hoje é a resposta de uma pergunta feita para o roteirista Scott Myers, e tirado do site dele, Go Into The Story:

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Cinema é a verdade 24 quadros por segundo

Pergunta via email de Jason Toon:

Eu amo o seu blog. Você merece uma medalha. E isso vale em dobro se você puder responder a minha pergunta:

Estou trabalhando em um mockumentary [falso documentário] e tenho ficado surpreso ao ver quão poucos conselhos existem por aí sobre escrever esta abordagem específica. Obviamente, muitas das regras habituais não se aplicam: personagens falam diretamente para a câmera, falas em “off” são frequentemente exigidas etc. Além disso, é um desafio contar a história sem uma câmera onisciente. Você tem algum outro conselho para um aspirante a falso documentarista? E quanto à indústria, os falsos documentários são vistos de forma diferente dos outros roteiros de especulação? Em outras palavras, ao seguir por este caminho, eu estou me colocando numa situação de venda mais difícil?

Resposta de Scott Myers:

Primeiro, um pouco de história. Tanto quanto sei, o termo "mockumentary" – um documentário falso, cômico – foi utilizado pela primeira vez em relação ao filme de 1984, Isto é Spinal Tap. Uma das estrelas deste filme de Christopher Guest fez carreira em cima deste sub-gênero com Waiting for Guffman (1996), Best in Show (2000), A Mighty Wind (2003) e For Your Consideration (2006). No entanto, eu acho que você poderia razoavelmente chamar Um Assaltante Bem Trapalhão (1969), de Woody Allen, e Real Life (1979), de Albert Brooks, de mockumentaries, mesmo antes da designação ter entrado em uso. Outro exemplo seria Borat – O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América (2006), de Sacha Baron Cohen.

Se você olhar os falsos documentários como um sub-gênero da sátira, que é um sub-gênero da comédia, então é muito fácil compreender por que não vemos muitos deles – um sub-gênero de um sub-gênero é bem um nicho. Além disso, uma vez que os falsos documentários são tipicamente uma paródia de uma área temática específica – por exemplo, exibições de cães, em Best in Show; música popular, em A Mighty Wind; indústria cinematográfica, em For Your Consideration – eles restringem o público em potencial àquelas pessoas que realmente se importam e conhecem a área específica que o filme está gozando. Finalmente, há o seguinte: Uma grande sátira é realmente difícil de se levar a cabo.

Essas seriam as razões que eu acredito que contribuem para que tão poucos falsos documentários de fato sejam produzidos e distribuídos. E, para ser honesto, eu acho que isso se aplica ao nível de aquisição de roteiros também – se alguém souber de um roteiro de especulação de falso documentário que tenha sido produzido nos últimos anos, favor postar nos comentários, porque eu não consigo pensar em nenhum.

Em termos de escrever roteiros de falsos documentários, eu de fato tenho um pouco de informação privilegiada sobre isso. Em 1995, Burg & Myers teve um escritório em Castle Rock por várias semanas enquanto políamos o nosso roteiro original de Alasca. Na mesma época, o estúdio estava produzindo Waiting for Guffman, e, como resultado, eu consegui ver algumas das filmagens e dar uma olhada em algumas páginas do roteiro.

Como você pode imaginar, Guffman profundamente improvisado – o que faz sentido porque, para funcionar, o filme tem de parecer um documentário; portanto, os atores e tudo o que acontece têm de passar espontaneidade e “verdade”. As páginas de roteiro que eu vi não tinham diálogos em si, mas elas tinham: (A) cenas escritas explicando as linhas gerais do que ela se tratava, (B) dinâmica-chave entre os personagens nas cenas, e (C) ocasionais falas de diálogo na descrição da cena. Tudo isso me sugeriu que o Guest e o co-escritor Eugene Levy tenham criado o enredo com antecedência, o testaram através de ensaios com os atores, e então inseriram pequenos detalhes de interpretação em seu roteiro pré-existente.

Especificamente quanto à sua pergunta sobre uma "câmera onisciente", eu acho que você pode presumir isso na fase do roteiro – simplesmente suponha que você possa ir a qualquer lugar. E eu lhe aconselharia a assistir Real Life, porque, se a minha memória está correta, Brooks tinha operadores de câmera usando umas câmeras-capacete ridículas que pretensamente deveriam manter as equipes de filmagem em segundo plano – para ajudar a família a sentir-se mais confortável – mas acabavam por fazer exatamente o oposto. Em outras palavras, Brooks de fato torna a câmera e a equipe de produção parte da história, o que, na realidade, contribuiu para o humor do filme.

Meu conselho principal: Certifique-se de que o roteiro seja engraçado. Realmente engraçado. Isso – e o conceito central da história, supondo que seja ótimo – são os dois elementos mais importantes em termos de uma possível venda de roteiro.

A propósito, se alguém tiver uma cópia de um dos roteiros de Guest ou o de Borat, por favor, entre em contato comigo.

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Nos comentários uma internauta lembrou que existem muitos falsos documentários de comédia independentes e de baixo orçamento, o que faz sentido, pois eles são fáceis de filmar, já que geralmente você não precisa se preocupar com o valor da produção. Boa opção para quem está começando, desde que tenha o que o Scott disse: uma boa ideia central e seja realmente engraçado (ou aterrorizante, caso seja um falso documentário tipo [Rec] ou A Bruxa de Blair).

Boa escrita pra você hoje! Alegre

09/03/2010

Como Escrever um Roteiro de Documentário Histórico

Arquivado em: Documentário,Roteiro — valeriaolivetti @ 11:33
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O artigo de hoje tem o mesmo título do post, e foi escrito pelo usuário Zenobia2000 para o site eHow. Eis a tradução dele:

Se você é do tipo de pessoa que ama ver a história voltar à vida, este deve ser o trabalho certo para você. Por favor, note que estas diretrizes são para escrever as reconstituições históricas para um programa de uma hora, que é dividido em cinco atos. Você também deveria estar preparado para repetir a maioria dos passos abaixo (também conhecidos como revisão) enquanto trabalha com a sua companhia produtora para produzir um documentário histórico informativo e excitante.

Coisas de Que Você Precisará:

- Livros sobre o período histórico.

- Uma companhia produtora com quem trabalhar.

Instruções:

1- Faça pesquisa. Durante esta fase você não só irá anotar os maiores acontecimentos e os temas que surgirem, mas também irá começar a estreitar o seu foco. Isto significa decidir qual período de tempo o seu roteiro irá cobrir, quais os maiores acontecimentos que serão incluídos e quem serão os seus personagens principais.

2- Crie um resumo. Isto não é uma linha do tempo, apesar de que você pode se basear em uma. Ao invés disso, é o lugar onde você irá traçar o arco de sua história e começar a organizá-la em cenas imaginadas, e dividir estas cenas em atos. Escreva uma ou duas linhas descrevendo onde se passará a cena, o que acontecerá, e qual será o objetivo geral da cena.

3- Escreva um tratamento. Para cada cena de seu documentário histórico, escreva uma descrição mais completa dos cenários e da ação. Então escreva um par de frases descrevendo o que o narrador e os estudiosos dirão sobre a cena. É nesta fase que você irá querer avaliar o quadro geral. O espectador tem um ou vários personagens com quem se importar? O roteiro está com um ritmo bom? Surgiram alguns temas?

4- Escreva perguntas para entrevistar especialistas. Dê uma olhada no seu tratamento para determinar sobre o que você quer que os especialistas falem. Escreva perguntas de entrevista que irão levar a estas respostas. Assegure-se de que as suas perguntas sejam de certo modo amplas o suficiente para que o especialista tenha a chance de dar uma resposta elaborada. Você poderá conseguir informações que irão levá-lo a mudar certas cenas ou ideias.

5- Escreva uma versão do roteiro para filmagem. (N.T.: Acredito que uma versão final padrão de roteiro seja melhor, mas sempre pode-se escrever juntamente com o diretor uma versão para filmagem). É este roteiro que o seu diretor irá usar para filmar as cenas de reconstituições históricas. Isto significa que você precisa assegurar-se de que as suas descrições de cena sejam tão detalhadas, acuradas, variadas e excitantes quanto possível. Você irá agora escrever a narração definitiva, inserir pedaços de entrevistas com especialistas, e determinar a duração de cada cena e de cada ato.

6- Procure por obras de arte. Apesar dos documentários de reconstituições históricas se basearem principalmente em cenas filmadas, você também pode ter a oportunidade de trabalhar com algumas imagens de edifícios, de figuras históricas, de obras de arte da época ou de obras que representem a época. Você precisará pesquisar bancos de dados de arte histórica e trabalhar com os seus produtores para determinar como comprar os direitos de uso destas obras de arte.

7- Escreva o roteiro de edição (N.T.: Novamente, esta versão do roteiro deve ser escrita em conjunto com o diretor e o editor). A última fase do processo envolve escrever para o filme, o que significa que você irá ver as cenas filmadas definitivas (que nem sempre combinam com as suas descrições de cenas originais) e então você irá reescrever a narração (e, possivelmente, reorganizar os trechos de entrevistas com os especialistas) para combinar com a filmagem.

Dicas e Avisos:

Termine cada ato com o melhor gancho possível.

Lembre-se de que o seu roteiro provavelmente irá incluir mapas — insira-os nas cenas com descrições e narração.

Assegure-se de perguntar quais foram as lições aprendidas com este período ou figura histórica. Isto lhe ajudará a desenvolver o foco temático.

Durante a fase de pesquisa você deveria procurar por pistas sobre o que as pessoas da época comiam, vestiam, faziam em seu tempo livre, em que tipo de casas elas viviam, como elas se deslocavam, e assim por diante. Estes detalhes irão se mostrar inestimáveis quando você for escrever as cenas.

Não tente cobrir coisas demais. Você precisará simplificar a sua história ou se arriscará a confundir o seu público.

Nem sempre os historiadores concordam uns com os outros, o que significa que você tem a responsabilidade de consultar múltiplas fontes para determinar qual é o consenso geral. Isto também significa que você terá alguma liberdade de escolher a versão da História que seja a mais excitante e que se encaixe melhor no arco de sua história.

Boa escrita para você hoje! Com muita inspiração!!

20/02/2010

Rodando Um Documentário de Curta-Metragem

Arquivado em: Direção,Documentário,Roteiro,Som — valeriaolivetti @ 18:03
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O artigo de hoje chama-se Como Filmar Um Documentário de Curta-Metragem, de autoria de Alan Donahue, para o site eHow:

Documentários são populares. Eles são vistos todos os dias, desde filmes como Sicko – $.O.$. Saúde (2007) e Super Size Me – A Dieta do Palhaço (2004), a programas de televisão como Biography e o Anna Nicole Show. Se você tem um desejo de fazer o seu próprio documentário, siga estes passos para se pôr na direção certa:

Instruções:

1- A primeira coisa que você precisa fazer é escolher um assunto para o seu documentário. Pode ser praticamente qualquer coisa, de família e amigos a completos estranhos. Assista a documentários para ver como a coisa mais simples pode ser interessante. Fique atento também a outras coisas que estejam acontecendo quando você estiver gravando. O seu tema pode mudar completamente, dependendo do que você tiver filmado.

Tentativa malsucedida de impressionar

2- A chave para se fazer um documentário de sucesso é ter toneladas de material filmado e editá-lo com apenas os melhores e mais divertidos momentos. Por causa disso, equipamento é um dos fatores mais importantes aqui.

3- Você deveria ter múltiplas câmeras e múltiplos membros de equipe, se possível. Com cada câmera, deveria haver umas 4 ou 5 baterias e um suprimento externo de energia para um dia inteiro de filmagens.

4- Tripés são necessários apenas para segmentos de entrevista. Eles podem ser irritantes, ou volumosos demais para uma gravação normal.

5- Se você planeja ter muitos membros em sua equipe, pense em um para ser o operador de microfone girafa (boom mic operator). Deste modo, você irá conseguir conversas com um som ótimo, eliminando o barulho de fundo, e será capaz de ouvir qualquer pessoa que não esteja com um microfone.

Operadores de microfone girafa no estúdio e em locação externa

“Não é fácil segurar uma girafa sem deixá-la abaixar. Encontre um operador experiente.”

6- Com todo o equipamento em mãos, você agora já está pronto para rodar o seu documentário. Tente gravar tão seriamente quanto possível, sem ficar no caminho de ninguém, e agindo como se você nem estivesse lá.

7- Se alguma coisa controversa estiver acontecendo, ou se algumas pessoas estiverem chateadas por você estar filmando, não pare até se sentir inseguro. Mantenha a câmera rodando o máximo possível; você pode acabar descobrindo as suas cenas mais divertidas durante a pós-produção.

8- Uma prática comum na área de documentários é fazer entrevistas e seguir persistentemente certas pessoas-chave durante determinados acontecimentos. Faça isso frequentemente, de modo a pegar o primeiro pensamento das pessoas, antes que elas tenham tempo o suficiente para refletir, e possivelmente mudar as suas respostas.

9- Uma vez que toda o seu material filmado esteja reunido, é hora de editá-lo — um dos mais longos e mais difíceis processos. Durante a produção, tome notas das cenas-chave para que você possa rapidamente encontrá-las, evitando assim horas de procura entre as fitas. Se o seu assunto for interessante o suficiente, você não precisará fazer uma edição complicada, e o seu documentário irá tomar forma por si mesmo.

É isso por hoje. Ainda tenho muitos artigos sobre escrever e produzir documentários, vou traduzi-los aos poucos nas próximas semanas. Uma boa escrita para você hoje e inté!

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